[RESENHA] #73: Eu, Robô de Isaac Asimov

FICHA TÉCNICA 


Título: Eu, Robô
Editora: EXPED – Expasão Editorial
Edição: 10
Ano:  2004
Nº de Páginas:  296


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SINOPSE


"Sensíveis, divertidos e instigantes, os contos de Eu, robô são um marco na história da ficção científica, seja pela introdução das célebres Leis da Robótica, pelos personagens inesquecíveis ou por seu olhar completamente novo a respeito das máquinas. Vivam eles na Terra ou no espaço sideral; sejam domésticos ou especializados, submissos ou rebeldes, meramente mecânicos ou humanizados, os robôs de Asimov conquistaram a cabeça e a alma de gerações de escritores, cineastas e cientistas, sendo até hoje fonte de inspiração de tudo o que lemos e assistimos sobre essas criaturas mecânicas."




RESENHA


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Pra fechar o mês da ficção cientifica no blog Estante da Mi, trago hoje a resenha do livro 'Eu, robô' do majestoso Isaac Asimov.

Confesso que esse tema ainda é um desafio pra mim, já que não sou tão familiarizada com esse gênero. Mas... rs decidi aventurar-me por páginas, linhas e histórias novas e acreditem, surpreendi-me com a grandiosidade e criatividade do mundo da ficção cientifica.
Para começar a falar dessa obra tão grandiosa e que atravessa gerações, devo mencionar de forma particular o seu criador.


“Asimov é considerado um dos mestres da Ficção Científica, foi considerado um dos "três grandes" da ficção científica. A obra mais famosa de Asimov é a Série da Fundação, também conhecida como Trilogia da Fundação, que faz parte da série do Império Galáctico e que logo combinou com a Série Robôs. Também escreveu obras de mistério e fantasia, assim como uma grande quantidade de não-ficção. No total, escreveu ou editou mais de 500 volumes, aproximadamente 90 000 cartas ou postais, e tem obras em cada categoria importante do sistema de classificação bibliográfica de Dewey, exceto em filosofia.”

https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac_Asimov


Bem, como podemos ver acima, em um trecho retirado de um site conhecido popularmente, Asimov foi um mestre cientista de grande importância. Exerceu um trabalho extenso de ficção cientifica e de divulgação cientifica e de forma brilhante rompeu as barreiras de seu tempo com as Três Leis da Robótica. (Vale lembrar que Isaac nasceu entre 1919 e 1920 e faleceu em 1992)



“1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.’’


As leis relacionadas acima são encontradas na obra 'Eu, robô' que é uma coletânea de nove contos, onde podemos conhecer um pouco sobre a interação entre humanos e robôs, que é descrita de forma peculiar, profunda e até sentimental em determinados momentos. Essas maquinas não são apresentadas apenas como instrumentos de trabalho, mas como parte de uma família.


As histórias que mais gostei foram as duas primeiras: Robbie e Brincadeira de pegar consecutivamente. Eu literalmente me emocionei com o primeiro conto que fala sobre Robbie, um robô mudo, um dos primeiros a serem inventados e que mantinha um relacionamento estreito com sua dona, a menina Gloria. Eles são separados por um tempo e esse distanciamento causa em sua dona uma profunda tristeza. E sem dar muito spoiler o reencontro desses dois é uma cena linda que mostra o lado afetivo entre humanos e máquinas.


“– Por que está chorando, Glória? Robbie era apenas uma máquina – uma máquina velha e feia. Ele nem era vivo.- Ele num era nenhuma máquina! – gritou Glória ferozmente, esquecendo-se da gramatica. – Ele era uma ‘pessoa’, como eu e você – e era meu ‘amigo’. Quero Robbie de volta. Oh, mamãe, quero Robbie de volta!”


Já o segundo conto mostra os robôs atuando de forma mais técnica em uma missão a Mercúrio. O robô Speedy quase arrisca a missão e a vida dos cientistas Mike Donovan e Gregory Powel, já que cérebro positrônico do robô entra em equilíbrio entre as regras dois e três da robótica e por pouco causa uma fatalidade, até que a regra um entra em ação e salva a equipe e os robôs. Esse conto é cheio de aventura, suspense e até um certo drama.


Os contos de Asimov emanam inteligência, inovação e transmitem a dedicação dispensada ao trabalho. Uma obra impactante e realmente relevante.

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Foto¹: Google imagens
Foto²: autoral



2 comentários:

  1. Sua resenha ficou perfeita, Nati! Muito orgulho! E fico feliz pela ficção científica ter te conquistado também!

    Beijos!

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  2. Obrigada Mi por ter me apresentado esse gênero tão rico!!!

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por Milene Farias desde 2016. Tecnologia do Blogger.